Kerley Carvalhedo

Sentimentos anônimos

Sentimentos anônimos

Grande parte das coisas humanas não se explicam. Alguns sentimentos podem ser experimentados, sentidos, mas não explicados. Nasci antes do advento da internet; porém, acompanhei sua ascensão durante minha adolescência. Foi nesse período que surgiram as primeiras interações virtuais com amigos de outros lugares.

À noite, o vazio

À noite, o vazio

Era o início de uma habitual madrugada, e estava prestes a terminar um texto que entregaria na manhã seguinte para o jornal local. Há quem prefira trabalhar nas primeiras horas da manhã, bem cedo; eu, porém, longe dessa disposição matutina, prefiro a

Só a vida não basta

Só a vida não basta

Hoje, reorganizando minha estante de livros, me deparo com algumas pérolas da literatura: Divina Comédia – Dante, Madame Bovary – Flaubert, Cem Anos de Solidão – Gabriel Garcia Márquez, Vermelho e o Negro – Stendhal, entre outros encontrados em uma feira do livro pelo País.

De repente, amigos

De repente, amigos

Era dia 20 de julho de algum ano, o qual não me recordo. Tal data comemora-se o Dia dos Amigos. Eu procurava, em uma livraria, um desses cartões que têm aquelas mensagens sobre amizades. Avistei o cartão que eu levaria, mas, do nada, surgiu uma mão mais rápida que a minha e pegou-o.