Kerley Carvalhedo

Bilhete maldito

Bilhete maldito

Encontrei um bilhete no meu portão, igual aos que o correio entrega, mas não era enviada do correio − foi escrito a punho. O bilhete portava uma mensagem que dizia: “Muito obrigado, amigo, pela força que me destes quando eu mais precisei”.

Para sempre, Ney

Para sempre, Ney

Seguir um caminho ao contrário do mundo é transgredir. Foi isto que Ney Matogrosso fez: transgrediu. Em tempos temidos, veio contrariando toda a elite militar. É considerado por muitos uma subversão, mas, pensando bem, foi mesmo um sujeito com muita postura que soube se sobressair nas décadas de 70 e 80, durante o regime militar

Minha primeira tatuagem

Minha primeira tatuagem

Fiz minha primeira tatuagem aos dezoito anos de idade. O problema não era fazer tatuagem: onde fazer que era minha preocupação. Sabia que era definitivo desenhar no meu corpo, então tinha que tatuar de acordo com minha personalidade para não me arrepender depois. No dia marcado pra fazer a minha tatoo, já dentro do estúdio, desisti.

Domingo x Segunda

Domingo x Segunda

Uns têm preferência, outros, tanto faz, entretanto, eu ainda prefiro a segunda-feira ao domingo. Nela, faço as mesmas coisas que pessoas fazem no final de semana. Aproveito a segunda para ir ao shopping, cinema, lojas, conveniências e pubs.

Viver não dói

Viver não dói

Quanta ironia soa no título acima. A frase “Viver não dói” é do jornalista e poeta brasileiro Emílio Moura (1901-1971). É claro que viver dói, mas dói menos que a segunda opção. Porque a segunda opção é a condenação ao ócio, é a inércia.