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	<title>Arquivo de 2015 - Kerley Carvalhedo</title>
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	<description>Site oficial do escritor Kerley Carvalhedo</description>
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	<title>Arquivo de 2015 - Kerley Carvalhedo</title>
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		<title>Quando o estranho somos nós</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kerley Carvalhedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2015 22:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não costumo ir a lugares que considero hostis. Também não é novidade dizer que às vezes também me sinto anacrônico e antiquado em relação à geração a qual eu faço parte. Falo isso porque, em 2014, alguns dos meus amigos insistiram para que eu fosse a um show que acontece todos os anos na cidade ao lado de onde moro.</p>
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<p>Não costumo ir a lugares que considero hostis. Também não é novidade dizer que às vezes também me sinto anacrônico e antiquado em relação à geração a qual eu faço parte. Falo isso porque, em 2014, alguns dos meus amigos insistiram para que eu fosse a um show que acontece todos os anos na cidade ao lado de onde moro. Sem pensar e tomado pelo impulso, fui. Aceitei por insistência. Arrependi-me logo em seguida, não gosto de ir a lugares aglomerados. Os dias passaram e esqueci o assunto. Aceitei o convite por saber que o show era gospel e seria menos avesso. Que nada, a sensação foi o contrário.</p>



<p>Ao chegar lá, só piorou minha agorafobia, me deparei com aquela multidão eufórica, gritos enlouquecidos, tumulto. Era um empurra daqui, outro dali; gente transitando para todos os lados, fiquei mais perdido do que sou. Aos poucos, a turma foi chegando e se juntando próximo ao palco, de onde eu queria distância. O show começou. Todos eufóricos e alegres, e eu, tedioso, parecendo estátua de museu. Realmente aquele não era meu lugar. Depois de tocar duas músicas, puxei um amigo para o lado e falei que ia comprar água ali por perto mesmo e já voltava. Não ia comprar água coisa alguma. Era só mais uma estratégia para cair fora daquele lugar asfixiante, porque eu queria mesmo era estar trancado no meu quarto lendo Clarice Lispector e Nietsche; essas coisas que me dão prazer e melancolia. Sentia-me assim, um fugitivo. Quanto mais eu me afastava do local, mais as pessoas me reconheciam, e, para acabar com meu brio, diziam: “Você por aqui?” Por mais inverossímil que pareça, era eu mesmo, eu também me perguntava: “O que estou fazendo aqui?” Logo eu que sempre reneguei estar nesses espaços.</p>



<p>Quebrei todos os protocolos e etiqueta de quem vai a um show, seja gospel, sertanejo ou até mesmo no Rock in Rio. Não pensei duas vezes para pegar um táxi e ir direto para casa. Na volta, pensei: “Como eu sou tão esquisito”.</p>



<p>Tranquilidade e quietude eram tudo que eu mais queria ao chegar em casa. No dia seguinte, recebi toneladas de mensagens de amigos querendo saber onde me meti durante o show. Não lembro se respondi as mensagens, mas devo ter dado alguma desculpa esfarrapada. Liberdade nada mais é que isto: fugir daquilo que não nos faz bem.</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#345f79" class="has-inline-color"><em>Imagem/Pexels</em></mark></p>
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		<title>Vanya e Sonia e Masha e Spike</title>
		<link>https://kerleycarvalhedo.com/2015/07/15/vanya-e-sonia-e-masha-e-spike/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kerley Carvalhedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jul 2015 23:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fui ao Teatro FAAP, em São Paulo, ver a peça Vanya e Sonia e Masha e Spike com Marília Gabriela e elenco. O texto é de Christopher Durang, que possui referências aos personagens do russo Tchekhov, escritor. </p>
<p>O conteúdo <a rel="nofollow" href="https://kerleycarvalhedo.com/2015/07/15/vanya-e-sonia-e-masha-e-spike/">Vanya e Sonia e Masha e Spike</a> aparece primeiro em <a rel="nofollow" href="https://kerleycarvalhedo.com">Kerley Carvalhedo</a>.</p>
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<p>Fui ao Teatro FAAP, em São Paulo, ver a peça Vanya e Sonia e Masha e Spike com Marília Gabriela e elenco. O texto é de Christopher Durang, que possui referências aos personagens do russo Tchekhov, escritor. O espetáculo é uma preciosidade, mostra os conflitos humanos de maneira divertida. A montagem da comédia foi considerada o maior sucesso na Broadway em 2014, chegando a conquistar o Tony Awards de Melhor Peça em 2013, quando feita pelo Lincoln Center, em Nova York. A peça foi dirigida no Brasil pelo diretor Jorge Takla, o qual tive o prazer de conhecê-lo em um encontro casual no curso de teatro no Rio de Janeiro.</p>



<p>O roteiro conta a história de três irmãos. Sonia (interpretada por Patrícia Gasppar), que é adotada, e Vanya (interpretado por Elias Andreato) moram em uma casa de campo juntos. Levam uma vida excepcionalmente comum e pacata. Masha, uma estrela bem-sucedida no cinema, os sustenta, apesar de viver longe dali, sua aparição pode mudar o rumo da vida deles. No palco, ao lado da jornalista e atriz Marília Gabriela, estiveram também os atores Bruno Narchi, Teca Pereira e Juliana Boller. A peça é uma verdadeira comédia humana, que trata de família, falta de perspectivas, solidão, abandono e outros conflitos cotidianos, de maneira engraçada.</p>



<p>Masha, interpretada por Marília, vai acompanhada de seu novo namorado, o ator Spike (Bruno Narchi), aproximadamente uns 20 anos mais novo que ela. Na peça, as inseguranças de Masha ficam evidentes em relação à sua idade. Quando indagada pelos entrevistadores no programa Roda Vida da TV Brasil sobre a conexão que o público faria entre ficção e realidade, ela responde: “É inevitável o público não associar minha vida pessoal com a da personagem”. Gabi, como sempre, é uma estrela, carismática, elegante e divertida.</p>



<p>Vi por lá também alguns convidados ilustres, como o apresentador Jô Soares, Christiano e Theodoro Cochrane, que esteve envolvido na produção do espetáculo junto com o diretor Jorge Takla. A peça é divertidíssima e sensível. Todos os aspectos da natureza humana tratado com humor, até mesmo os altos e baixos, tudo está na cena. Inclusive a solidão, cuja peça trata sorrateiramente dessa questão. E há cada vez mais solitários neste mundo. Como escritor, posso entender a dor da solidão de alguém e suas esquisitices. Mas nada te deixa mais humano do que assistir a uma boa peça, bem produzida.</p>
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		<title>O livro</title>
		<link>https://kerleycarvalhedo.com/2015/06/04/o-livro/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kerley Carvalhedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jun 2015 23:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia mundial do livro foi instituído pela UNESCO em 1995 e é comemorado no dia 23 de abril. O dia foi criado para promover o incentivo à leitura. Dizem que a data foi escolhida porque nesse mesmo dia, em 1616, morreram três grandes escritores. Um deles foi o próprio William Shakespeare.</p>
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<p>O dia mundial do livro foi instituído pela UNESCO em 1995 e é comemorado no dia 23 de abril. O dia foi criado para promover o incentivo à leitura. Dizem que a data foi escolhida porque nesse mesmo dia, em 1616, morreram três grandes escritores. Um deles foi o próprio William Shakespeare.</p>



<p>A minha história sobre o livro é a seguinte: Meu primo foi convidado para o aniversário de uma garota por quem ele sentia afetos, mas gostaria que eu o acompanhasse, pois não queria chegar sozinho à festa. Aceitei o convite, mesmo eu não sabendo quem era a tal felizarda. Sem perder tempo, tratei de comprar o presente da pretendente do meu primo. Pensei: “Mas o que dar para alguém que nem ao menos eu conheço?” Vai a dica aí: um livro. E foi isso que levei. Ao entrar na festa, observei que ainda havia pouquíssimas pessoas, sentei e fiquei observando quem ia chegando, enquanto isso meu primo tomou um chá de sumiço. As pessoas chegavam e levavam o presente até a aniversariante, minha timidez não deixou que eu fizesse o mesmo.</p>



<p>O inesperado aconteceu. Peguei o livro que estava sob a mesa coloquei discretamente em cima do meu colo. Na hora de cantar os parabéns, todos levantaram e foram fazer as consideráveis felicitações; eu também levantei e fui embora. O que ninguém percebeu foi que não entreguei o presente. Quando cheguei em meu quarto, abri o livro e comecei a ler sem parar. O livro chama- se A Lua Vem da Ásia, de Campos de Carvalho. Quando terminei de ler, tive a sensação que ele tinha sido escrito pra mim naquele momento. Não sei responder se fiz a coisa certa ou errada.</p>



<p>Apesar de ter pilhas e pilhas de livros, simplesmente decidi não entregar o presente. Gosto de sempre ter mais um na prateleira, adoro o cheiro de livros novos e antigos. Se possível, passo dias dentro de livrarias. Manusear livros, sentir a textura do papel com os dedos é a sensação mais gostosa que um leitor tem.</p>



<p>Junto com a tecnologia veio o surgimento do livro digital. Acredito (e espero) que leve muito tempo ainda para que o livro impresso entre em extinção, contudo o livro virtual vem ganhado adeptos numa velocidade ímpar. Não importa, seja ele como for, em papel ou digital, ler é extremamente importante. Através da leitura, adquirimos conhecimento, estimulamos nossa imaginação, ampliamos nosso vocabulário e aprendemos sobre os mais diversos assuntos. Quando escuto alguém dizer que não gosta de ler, fico numa lamúria. Espero que os brasileiros tenham cada vez mais o hábito da leitura. Se for presentear alguém, fica a dica: dê um livro de presente e não volte para casa com ele.</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size"></p>
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		<title>Solteiros desesperados</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kerley Carvalhedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Apr 2015 22:35:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tenho um amigo que não aguentava mais ficar solteiro, queria se casar a qualquer custo. Dava para ver a aflição no rosto dele, disse que achava que ninguém se interessaria por ele; talvez seu tempo de se casar houvesse passado, e isso o afligia drasticamente. </p>
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<p>Tenho um amigo que não aguentava mais ficar solteiro, queria se casar a qualquer custo. Dava para ver a aflição no rosto dele, disse que achava que ninguém se interessaria por ele; talvez seu tempo de se casar houvesse passado, e isso o afligia drasticamente. Passadas umas semanas da nossa última conversa, voltei a entrar em contato com o dito. Não encontrei o desesperado. Nem passou pelos meus pensamentos que ele havia se casado na mesma semana que conversamos. Imaginei qual era o tamanho do desespero e a ansiedade que o pobre estava sentindo que nem quis saber da minha ajuda.</p>



<p>Essa história não é novidade. Foi só meu amigo tomar a difícil decisão de se casar da noite para o dia, outros amigos e conhecidos também resolveram juntar suas escovas de dente assim tão de repente. Juguei: “Será que não vou me desesperar também ou nunca gostei de alguém de verdade para tal ação?” Quando você acha que fez todas as coisas que deveria ter feito e não faz mais sentido ficar sozinho, talvez o tal desespero chegue.</p>



<p>Há quem diga o contrário, mas a solidão me faz bem. Uns a evitam, outros a desejam. Não a vejo com menosprezo. Necessito ficar só. Busco energia para só depois atrair os outros para perto de mim. É claro que não quero ficar até o final sozinho. Mas se desesperar pra quê? Sei que muita gente já tomou sua escolha definitiva de não querer se casar. Cada um com a vida que lhe faz bem.</p>



<p>Vivemos numa sociedade que nos enquadra em um padrão com o seguinte conceito: todos nós devemos casar a qualquer custo. O homem deve sustentar a família, cumprindo o papel masculino, e a mulher deve cuidar da casa e dos filhos. Mas quem disse que todos nasceram para se casar? Quem disse que para ser feliz precisa-se de casa, marido, filhos? Acima um tema muito difícil e completamente subjetivo, contudo de fácil compreensão.</p>



<p>Felicidade não é apenas para quem quer casar, ter filhos, um cantinho sossegado e muito menos a ausência da tristeza. Há quem ache a felicidade na cumplicidade, e há aqueles que são muito bem resolvidos e felizes sozinhos. Mas não fique de pedantismo: dê preferências a quem sai ganhando, seja sincero com você mesmo.</p>



<p>Não se case e nem deixe de se casar por que os outros querem. Faça isso se tiver a certeza do que realmente quer. Você é feliz do jeito que você é. E isso não tem preço.</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#2b6487" class="has-inline-color">Imagem/Pexels</mark></em></p>
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		<title>Mulheres são todas iguais</title>
		<link>https://kerleycarvalhedo.com/2015/03/08/mulheres-sao-todas-iguais/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Kerley Carvalhedo]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2015 23:09:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[2015]]></category>
		<category><![CDATA[Crônicas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quem nunca ouviu a máxima “Mulher é tudo igual”? Pois bem, acontece que a vida me ensinou que não é bem assim. Cresci em um ambiente cercado por mulheres, uma mais complicada que outra. Há quem olhe para uma mulher e diga: </p>
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<p>Quem nunca ouviu a máxima “Mulher é tudo igual”? Pois bem, acontece que a vida me ensinou que não é bem assim. Cresci em um ambiente cercado por mulheres, uma mais complicada que outra. Há quem olhe para uma mulher e diga: “Ela é uma santa!”, já outras são consideradas verdadeiras bruxas, contudo, a verdade é que como todos os seres humanos, uma mulher pode ter os dois lados, o mais interessante não é essa constatação, mas, sim, o fato que elas transitam de um extremo ao outro em questão de segundos.</p>



<p>Acontece que toda vez que se decide rotular uma mulher sob a luz do estereótipo de que “são todas iguais, só mudam de endereço” quebra-se a cara. As mulheres nos são apresentadas em diferentes frascos e aromas. Assim como os perfumes, em cada uma encontramos sua essência. Dizer que a “mulher é o sexo frágil” é mais um dos equívocos cometidos pelos sexistas de plantão. Ao longo da história, o tal “sexo frágil” mostrou-se extremamente forte, assumindo o papel de mãe, guardiã, amiga, filha, irmã, médica terapeuta, professora, cozinheira, dona de casa e, até mesmo, de pai. Minha mãe é uma imagem clássica da mulher contemporânea, ela é um mix de várias profissões.</p>



<p>Cá entre nós: “Ô coisinha é a mulher!” Tive uma namorada que me fazia pirar por bobagens. Quando ela estava de TPM, até se eu respirasse alto era motivo de uma discursão. É verdade, até meus amigos reclamavam. Mulher sempre acha um motivo para um duelo. Um detalhe que não passa despercebido é quando elas fazem perguntas e acabam se irritando com a própria resposta.</p>



<p>Outro dia, uma amiga me disse que precisava de um terapeuta, pois em determinados dias nem ela mesmo se entendia. Imagine só! Como podemos, então, ter a pretensão de entendê-las?</p>



<p>Apesar disso tudo, a verdade é que, por mais que a mulher seja complicada (acho que a palavra complexa se enquadra melhor em alguns casos), não vivemos sem elas. É certo que piramos quando nos pedem só mais cinco minutinhos para se arrumar ou quando nos dizem que não querem fazer sexo porque estão com dor de cabeça. A verdade é que parecemos peru de Natal, porque morremos na véspera, só de pensar que no dia da TPM elas vão buscar coisas do século passado para jogarem em nossas caras.</p>



<p>No entanto, a grande questão é: o que seria de nós sem as mulheres? Já imaginou se todas pensassem igualmente? Ufa! Ainda bem que nem todas são uma avalanche de sentimentos e emoções. Ou são?</p>



<p class="has-text-align-right has-small-font-size"><em><mark style="background-color:rgba(0, 0, 0, 0);color:#3f708e" class="has-inline-color">Imagem/Pexels</mark></em></p>
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