Viver não dói. O que dói é a vida que se não vive. Talvez tenha sido um equívoco do poeta Emílio Moura escrever estes versos, pois, viver doí muito, perder pessoas amadas dói mais ainda.


Viver não dói. O que dói é a vida que se não vive. Talvez tenha sido um equívoco do poeta Emílio Moura escrever estes versos, pois, viver doí muito, perder pessoas amadas dói mais ainda.

Ele liga para esposa e diz:
— Oi, meu amor, vou sair um pouco mais tarde do escritório hoje. Não me espere para o jantar, ok?

Existe um só sucesso: ser capaz de viver a sua vida do seu próprio jeito”. Essa foi a frase escrita por Christopher Moríey, que tanto me inspira.

Desde cedo aprendi quão difícil é falar de religião, porque ela sempre se apresenta como um problema. O assunto Deus e religião é muito incômodo e delicado; embora, religião e Deus sejam coisas distintas.

Colocar um ponto final em determinadas situações é uma opção, outras vezes é a única opção. Quando e como saber que chegou ao fim? Falo isso porque recentemente fiz uma viagem ao Rio de Janeiro, onde passei algum tempo estudando roteiro de teatro.

Grande parte das coisas humanas não se explicam. Alguns sentimentos podem ser experimentados, sentidos, mas não explicados. Nasci antes do advento da internet; porém, acompanhei sua ascensão durante minha adolescência. Foi nesse período que surgiram as primeiras interações virtuais com amigos de outros lugares.

Era o início de uma habitual madrugada, e estava prestes a terminar um texto que entregaria na manhã seguinte para o jornal local. Há quem prefira trabalhar nas primeiras horas da manhã, bem cedo; eu, porém, longe dessa disposição matutina, prefiro a